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"Lei Seca" combate direção alcoolizada em Salinópolis

Treze pessoas foram presas durante a Operação Lei Seca, realizada na madrugada deste domingo (16) pelo Departamento Estadual de Trânsito do Pará (Detran) no quilômetro quatro da PA-444, que dá acesso a praia do Atalaia, em Salinópolis, nordeste do Estado.

A operação, que visa coibir a ingestão de bebida alcoólica pelos motoristas, vem sendo desenvolvida no município desde a noite de sexta-feira (14), quando o fluxo de pessoas no balneário se intensificou.

Ainda durante a ação 23 pessoas foram autuadas por dirigirem sob efeito de pequenas de álcool, e cinco veículos foram recolhidos por irregularidades, entre elas a falta de documentação e licenciamento atrasado. A notícia boa fica por conta da ausência de acidentes, que não foram registrados.

Eduardo Teixeira foi um dos condutores parados na blitz após o radar de reconhecimento óptico de caracteres (OCR) detectar o não pagamento do licenciamento do veículo. “Me disseram em casa que estava tudo certo, por isso vim à praia, mas chegando aqui fui parado. Não fosse o fato de ter a Delegacia Móvel instalada aqui eu poderia perder o meu final de semana, mas com essa facilidade de poder emitir o boleto do licenciamento na hora e também fazer o pagamento tudo acabou dando certo. Saí da blitz até com o documento novo e isso quase 1h da manhã. O governo do Estado e o Detran estão de parabéns”, comentou o jovem.

Outro condutor parado, Mailson Tales, também elogiou a fiscalização durante a madrugada. “É importante que essas ações aconteçam, pois, tem motoristas que não medem as consequências quando bebem. Acredito que isso deveria ter o ano inteiro, 24 horas por dia”, completou. E ainda deu o bom exemplo: trouxe junto a esposa, que não bebe, para conduzir o veículo no retorno da festa à qual estavam indo.

“Nossa operação aqui em Salinópolis é feita em conjunto com a Policia Rodoviária Estadual, Polícia Civil e órgãos municipais e tem dado ótimos resultados. Promovemos ações educativas nas estradas e também na orla do maçarico, onde explicamos por exemplo, qual o nível de alcolemia passível de punição ou apenas de infração, depois deixamos o veranista decidir o que é melhor para ele”, conclui.

Por Heloá Canali
Secom

Foto: Carlos Sodré/Agência Para
Data: 16/7/2017